O consumo e a classe D
Enviado por Redação em 16 de março de 2010, às 15:18:23
Depois de todas as atenções voltadas para a classe C, chega a hora da classe D. Com R$ 381 bilhões para gastar em 2010 e expectativa de que a massa de renda ultrapasse a da classe B ainda este ano, é na D que o mercado encontra novos consumidores. Com o perfil de consumo diferente de todas as outras classes sociais, já que não pode arriscar e precisa fazer o orçamento render, as famílias da base da pirâmide aparecem como um desafio para o mercado, mas podem ser uma grande oportunidade para as empresas que conseguirem entendê-las.Com uma cesta de produtos ainda reduzida, se comparada ao consumo das outras classes, esses consumidores estão em ascensão. O número de categorias consumidas passou de 21, em 2002, para 34, em 2009, segundo o estudo Tendências da Maioria, realizado pelo Datafolha/Data Popular. Entre os produtos que entraram para a lista de compras recentemente estão suco pronto, massa instantânea, detergente líquido, molho de tomate, creme de cabelo e amaciante de roupa. Esse número tende a crescer e não se limita ao consumo de massa.
Em 2010, estes consumidores pretendem adquirir computador, geladeira, moto, carro e viagens de avião. O segredo para vender para eles está em desvendar as diferenças e características desta classe, que muitas vezes se assemelham às da classe C. Saem na frente as marcas que apoiarem este consumidor no momento em que ele ingressa no mercado de consumo.
"O consumidor de classe D está sendo apresentado agora ao universo das marcas. Aquelas que souberem ensiná-lo que marca não é apenas status, mas que funciona como avalista de qualidade de um produto, tendem a ter a fidelidade desse público", aponta Renato Meirelles, Sócio-diretor do Data Popular, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Venda deve ser assistida
Marcas que usem embalagem ou material de comunicação para orientar estes consumidores estão no caminho certo. A venda deve ser assistida, o que faz com que o papel do autoserviço seja menor na classe D, que prefere comprar em feira livre, no varejo tradicional ou com um vendedor porta a porta, para que receba explicações sobre a melhor maneira de usar o produto.
As categorias que pretendem conquistar o consumidor da base da pirâmide devem investir em embalagens e quantidades de menor desembolso, que deixem o consumidor seguro para arriscar e experimentar novos produtos. Já aquelas que estão consolidadas e são de presença contínua no dia a dia podem apostar em embalagens tamanho família, que tendem a ser mais econômicas.
Para as marcas de consumo de massa, a classe D é o segmento em que as chances de faturamento são maiores. "É um mercado muito grande, o que para os bens de consumo de massa é fundamental. Tem muito mais gente na classe D do que na A e na B", conta Meirelles (foto). Atualmente, são 71,3 milhões de pessoas que recebem até três salários mínimos. Até novembro de 2009, 30% da classe D havia migrado para a C, enquanto 55% mantiveram a mesma posição e apenas 15% caiu para a E. "O que a classe C for crescer virá da classe D, eles são os emergentes dos emergentes", explica Meirelles.
Mulheres respondem por 43% do orçamento
Programas como o Bolsa Família são algum dos responsáveis por impulsionar o consumo entre essas famílias. Outro fator importante é o aumento do salário mínimo. O último reajuste, por exemplo, colocou R$ 27 bilhões na economia. Serviços educacionais, produtos de higiene e beleza e itens de informática são interesses que se destacam por serem vistos como um meio para aumentar o orçamento familiar.
De acordo com a pesquisa do Datafolha/ Data Popular, 25% dos entrevistados pretendem matricular seus filhos em escolas particulares. Atualmente, das 5,5 milhões de crianças de até 14 anos que estudam em colégios privados, 19,1% pertencem à classe D. Já o computador aparece como um dos principais bens a serem consumidos este ano, com 33% das intenções de compras. A beleza também é vista como um investimento para se destacar no mercado de trabalho.
Isso inclui as mulheres, que já chefiam 32% das famílias de classe D e respondem por 43% do total de rendimento. "A beleza é importante, pois elas tendem a ganhar mais dinheiro quando se apresentam melhor. A busca pela vaidade está relacionada ao resgate da autoestima, mas também é um investimento para se dar melhor no mercado de trabalho", explica o Sócio-diretor do Data Popular.
Investir na classe D pensando no futuro
Na hora de se comunicar com este consumidor, a televisão ainda é o principal canal, mas não se pode negar o crescimento da penetração da internet neste grupo. "Este consumidor ainda é medroso para a compra on-line e o cartão de crédito é algo recente, mas a internet como fonte de pesquisa de preço já é um fato", acredita Meirelles.
Com a consolidação da classe C e a ascensão da D, encontrar a forma ideal para se comunicar com este consumidor é o caminho para o sucesso das marcas que toparem o desafio. "Quem foi pioneiro olhando para a classe C olhe para a classe D. Eles são mais jovens e farão parte do mercado consumidor por mais tempo. Investir no futuro é investir na classe D, seja porque ela migrará para a classe C, ou porque tem mais a conquistar, já que a cesta de produtos é menor. As marcas que entenderem essa oportunidade têm grande chance de serem líderes de mercado no futuro", aconselha do Sócio-diretor do Data Popular.

via Mundo do Marketing
O consumo e as mulheres
Enviado por Redação em 15 de março de 2010, às 18:29:45
Hoje, 15 de março, é comemorado o Dia Internacional do Consumidor.Aproveitando a ocasião, você sabia que a internet se tornou a maior fonte para decisão de compra das mulheres brasileiras?
Se antigamente pesquisar antes de comprar significava bater perna por aí, hoje a realidade dessa parcela do público é bem diferente: elas passam mais tempo no PC do que na TV e usam a web para pesquisar características de produtos e preços.
De acordo com pesquisas realizadas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010, a internet já é a principal mídia usada pelo público feminino no Brasil - ultrapassando até mesmo a TV, já que nesse período elas passaram cerca de 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo televisão. Entre os favoritos dos navegadores femininos estão sites de livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos. Para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados; 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.
A web também é usada para pesquisas de preços - 70% das mulheres procuram em sites de busca de preço as melhores oportunidades para economizar na hora de adquirir produtos.
Amigo de verdade quer sempre o melhor pra gente.
Enviado por Redação em 10 de março de 2010, às 16:14:22

Pensando nisso, a Faculdade Maurício de Nassau volta a lançar a campanha "AMIGOS", na qual os alunos que indicam outras pessoas para estudar na instituição recebem descontos em suas mensalidades.
Pra ficar ainda melhor, quem ainda não é aluno também pode participar. Basta fazer a matrícula, indicar os amigos e pronto, já está participando automaticamente da campanha.
E não para por aí: a Nassau também oferece vantagens para empresas, oferecendo descontos para colaboradores e dependentes diretos.
Escolha.
Enviado por Redação em 09 de fevereiro de 2010, às 20:15:02

O sucesso de acessos às rádios virtuais, podcasts e sites de vídeos demonstram o quão exigente e ávido por velocidade anda o usuário moderno dos meios de comunicação. Qualquer site que não resolva sua demanda com até três cliques é automaticamente riscado da sua lista (de favoritos).
E não satisfeito em poder escolher o que lê, ouve ou assiste, agora o consumidor também quer escolher o que anunciam para ele.
Testes realizados por um grupo de marcas nada modestas como Publicis Groupe, Microsoft, Yahoo, CBS e Hulu descobriram que o "seletor de anúncios", formato que permite a quem assiste a um vídeo online escolher um entre três anúncios de diversas empresas, teve mais votos que os outros formatos, como o "pre-roll", que o usuário tem que ver antes de assistir a um clipe on-line.
E mais: constataram que usuários têm mais probabilidade de ver e recordar um anúncio que optam por assistir do que outro que são forçados a ver. "Ter que escolher um anúncio envolve mais o consumidor", diz Beth Uyenco, diretora mundial de pesquisas do grupo de soluções para publicidade e publicação da Microsoft.
Ou seja, sua marca agora não compete apenas com outras do mesmo segmento. A concorrência se expandiu para o seu segmento ter que ser mais sedutor que os outros.
O que a sua marca está fazendo para enfrentar isso?
As novas apostas para a publicidade
Enviado por Redação em 03 de fevereiro de 2010, às 15:56:54
2009 foi um ano marcado por novidades no mercado publicitário brasileiro; nunca a interatividade esteve tão presente na nossa realidade, através das mais diferentes ferramentas: Orkut, Youtube, Facebook, além do grande boom do ano, o Twitter. Houve quem pela primeira vez experimentou a Realidade Aumentada (R.A.), como fez a agência CUBOCC para a Elma Chips, em que cada pacote de Doritos trazia no verso um código de R.A. que, ao ser ativado no site da marca pela webcam, liberava um monstrinho em 3D - o Doritos Lover.A convergência de mídias se afirma cada vez mais como "fórmula do sucesso".
A seguir, uma lista de apostas do que está por vir.
1 - Redes Sociais
Não há como negar, elas estão com tudo. Trabalhar Twitter, Orkut, Myspace ou Facebook como canal de comunicação no lançamento de promoções ou concursos, por exemplo, já faz parte da realidade da propaganda brasileira. Entre as vantagens das redes sociais estão a proximidade maior entre marca e consumidor, além de permitir direcionar informação para determinados nichos e a mensuração de resultados. É uma nova forma de propaganda boca-a-boca, só que muito mais ágil, entre milhares de pessoas. Além disso, as redes sociais são as maiores geradoras de conteúdo online, com 66 milhões de usuários, dos quais 86% as acessam pelo menos uma vez por semana e 34% diariamente.
2 - Realidade Aumentada/ Cross-Mídia
A interatividade e a curiosidade gerada pela experiência de sobrepor o virtual à realidade fazem da R.A outro meio forte de atrair a atenção do público para um produto ou marca. Já a utilização de vários canais de comunicação, o cross-mídia, é importante por oferecer uma integração entre o mundo online e offline, aumentando consideravelmente a abrangência de determinada ação ou campanha.
3 - Mobile Marketing
Cada vez mais a web está ligada ao mobile. Com o aumento do número de smartphones, da internet WI-FI e da tecnologia 3G, é uma questão de tempo até que o uso da internet pelo celular seja maior do que através do computador, fazendo do mobile marketing uma tendência importante e interessante a ser seguida.
Entender e criar valores
Enviado por Redação em 20 de janeiro de 2010, às 18:32:37
Numa época em que o relacionamento empresa x cliente é tratado com mais atenção - e cuidado - do que nunca, adotar uma estratégia de segmentação e seleção do mercado-alvo parece ser a saída mais sensata para quem quer ser bem sucedido no seu ramo de atuação.Segmentar é fundamental para entender melhor as necessidades e anseios de cada perfil de cliente, a forma (linha de comunicação/ canal) de abordagem mais adequada, além de ajustar benefícios, vantagens e descontos de acordo com cada perfil. Selecionar onde (quais segmentos/ mercado-alvo) atuar, por sua vez, é essencial para que a empresa possa priorizar esforços de seu pessoal, verba de marketing e desenvolvimento de novos produtos, no esforço de conquistar definitivamente esse cliente - não como venda, como se estivesse oferecendo um produto de prateleira, e sim, através do encantamento.
Foi-se o tempo em que esforço de marketing era somente uma consequência do tipo de produto. Também não existe mais espaço para que a área de marketing seja vista simplesmente como uma área de apoio na estratégia de vendas da empresa, como se vender fosse o mais importante a qualquer preço, sem se preocupar com o que está sendo vendido ao cliente e, consequentemente, com o impacto que essa "má venda" terá na fidelização deste cliente. Adotando essa filosofia, a empresa perde oportunidades de trabalhar todo um ciclo de vida do cliente.
De nada adianta entender as necessidades de nosso cliente se não nos dedicamos a criar valor para este. Uma vez identificada suas necessidades e anseios, estamos ajustando o produto para atender? Estamos respeitando os canais de relacionamento que cada perfil/ target julga ser o mais adequado ou ignoramos essa importante informação, tratando todos de forma massificada?
A aplicação correta e eficaz da estratégia segmentação/ seleção/ geração de valor, implica em uma série de dificuldades:
1. Disponibilidade das informações necessárias
Entender e segmentar a base de clientes significa conhecer um pouco mais sobre esse público. Informações que vão de dados geográficos (região, CEP, etc.), demográficos (sexo, idade, estado civil, etc.), de atitude e relacionamento com o produto/ empresa (uso, percepção de marca, benefícios valorizados, etc.), influem diretamente no sucesso do trabalho desenvolvido. Na maioria dos casos essas informações encontram-se desorganizadas e em diferentes sistemas da empresa.
2. Conhecimento técnico
Todo e qualquer processo de segmentação, a seleção do público-alvo e geração de valor para o cliente exige formações específicas e ao mesmo tempo complementares. É preciso tratar e formatar diversas bases de dados para depois converter essas informações, identificando diferentes nichos de mercado que façam sentido para o negócio da empresa. Toda essa gama de informação precisa ficar acessível aos demais setores - assim fica possível otimizar a seleção de targets adequados para a organização "atingir" e delinear a forma de abordagem, fazer customizações de benefícios, formas e canais de atendimento, além de linhas de comunicação para esses segmentos, gerando valor e formatando uma estratégia de fidelização/ encantamento que potencializam a médio e longo prazo a rentabilidade desses clientes.
3. Alinhamento Político
Geralmente o trabalho de gerar valor para esses clientes passa pelo convencimento de diversas áreas da organização: a equipe de produtos precisa concordar com a adequação de benefícios/ vantagens que são valorizadas por esses clientes, o pessoal de canais muitas vezes precisa ajustar prioridades. seja no telemarketing ou no ambiente web para atender aos anseios do target, o pessoal do financeiro (e de vendas) muitas vezes tem que "abrir mão" de uma forma antiga de pensar, de vender a qualquer preço, focando no faturamento a curto prazo, etc., sem contar com uma certa birra que começa a surgir nas organizações dentro da própria área de marketing: equipes de publicidade x equipes de CRM. Aqui, vale um item específico - o próximo e último da nossa lista:
4. A manutenção de mensagens únicas na construção da marca (função básica da publicidade) x comunicações segmentadas e conteúdo relevante a cada target (CRM)
Esse é o desafio atual das áreas de marketing de qualquer organização, e implica em uma série de questões:
1. Equipes de CRM e Publicidade possuem formações distintas e, no geral, crenças diferentes.
2. O mundo atual (o mundo da convergência das mídias) frente ao que está acostumada a propaganda tradicional (99% TV e 100% exposição) é um pouco complexo. Já para aqueles que acreditam plenamente na eficácia do CRM, o uso de canais digitais e dirigidos, como internet e móbile, além da busca constante pelo engajamento cliente/ empresa na construção em conjunto da comunicação, parece ser o único caminho possível. Um mundo em que palavras como interatividade, conectividade, mobilidade e participação são imperativas.
3. O grande desafio é fazer com que essas áreas conversem e pensem juntas em "como passar uma mensagem única ao cliente", segmentando o discurso, mas sem perder o foco - nem os valores da mensagem institucional - e entendam o papel que cada uma tem para a organização moderna.
Photoshop? Não, obrigado.
Enviado por Redação em 11 de janeiro de 2010, às 17:59:44
Enquanto o mundo discute o uso do famoso programinha de manipulação de imagens, a AlmapBBDO inova e mostra que sim - pasmem - é possível fazer um anúncio impresso nos dias de hoje sem uso de Photoshop. Como? É o que mostra o making of a seguir, com o processo de execução de um anúncio para a campanha de verão da Havaianas.E aí, alguém arrisca uma tentativa?
O melhor ano da indústria automobilística
Enviado por Redação em 07 de janeiro de 2010, às 13:03:28
2009 definitivamente foi um ano histórico.Começou com o mundo em pânico com a crise econômica e, felizmente, terminou com muita comemoração - principalmente para a indústria automobilística nacional: a redução do IPI pelo governo, seguido pelo reaquecimento do mercado fizeram o setor bater recorde, com mais de 3 milhões de unidades vendidas.
Ao todo, o número de vendas de veículos em 2009 foi 11,35% maior do que em 2008. Considerando apenas as comercializações de automóveis e veículos comerciais leves, o aumento chega a 9,73% nas vendas. Considerando somente o último mês de dezembro, as vendas de automóveis foram 50,6% superiores em relação ao último mês de 2008, num total de 293.030 unidades.
A Fiat segue na liderança no segmento de automóveis e veículos comerciais leves com 24,49% de marketing share.
2009 também foi um ano muito especial para a Autobraz: além do sucesso de vendas, a concessionária foi agraciada com vários prêmios, locais e nacionais.
C de consumo
Enviado por Redação em 25 de novembro de 2009, às 12:25:34
Se você acha que quem movimenta o mercado e consome de verdade é quem tem dinheiro - as classes ditas "favorecidas" A e B, é melhor parar e rever seus conceitos. Apesar de ganhar menos de 10 salários mínimos, a chamada classe C - cerca de 90% da população - é hoje responsável por nada menos do que 79% do consumo em nosso país. E os números não param por aí: representam também 69% do mercado de cartões de crédito, 86% do total de internautas e movimentam 760 bilhões de reais por ano.Renato Meirelles, responsável por uma pesquisa em parceria com o Instituto Datafolha sobre esse segmento, afirma "são milhares de consumidores com bolso de classe média e cabeça de baixa renda".
Fique de olho aberto e aprenda um pouco mais sobre essa fatia importante do mercado:
1. Consumo de inclusão: todos querem comprar, mas o importante é a qualidade - e não o status. O que vale é a abundância e não a exclusividade, como na classe A.
2. Acesso e qualidade: o dinheiro é valorizado e uma compra é um investimento. A margem de erro deve ser pequena - não dá para testar um produto, não gostar e ter que usá-lo até acabar.
3. Capilaridade, aval e segmentação: o ponto de venda deve ser próximo, pois as compras são feitas a pé. Se eles estiverem sem dinheiro, sempre podem apelar para o mercadinho que vende fiado.
4. Redes, dicas e boca a boca: são mais colaborativos e dividem a informação com a família e os vizinhos. Todos dão dicas de descontos, bons produtos e atendimento - e o melhor: uma vez conquistados, mantêm-se fiéis.
5. Tecnologia, família e investimento: o computador ocupa o lugar na sala que antes era só da TV. Representa uma forma maior de conhecimento, entretenimento e lazer.
6. Educação e cultura: caminho para a ascensão social. Estudar funciona como um plano de previdência familiar, pois melhora a qualidade de vida de todos.
7. Juventude geração C: esse é o nosso futuro. Seremos um Brasil com a cara dos jovens da atual classe C. Esse jovem tem voz ativa dentro da família. 68% estudou mais que os pais e não se deixam enganar por horóscopos, almas gêmeas, ET de Varginha, etc. Simplesmente não tem tempo para essas "bobagens".
8. Identidade e autoestima: valoriza a conquista e enaltece a origem. Aqui vale a pena prestar atenção nas raízes, regionalismo, comunidade e na igreja.
9. Vaidade e beleza: estar bem arrumada é uma forma de diminuir as barreiras étnicas e sociais. As mulheres gastam em média 50 reais por mês no salão e 89% afirmam que os cuidados pessoais a fazem se sentir melhor.
10. Novos papéis e nova família: a igualdade de direitos é mais visível aqui: 30% das famílias da classe C são chefiadas por mulheres.
A comemoração de hoje
Enviado por Redação em 16 de novembro de 2009, às 17:36:01

Para comemorar essa data mais que especial, o veículo promove logo mais um coquetel para o lançamento da sua edição de aniversário, da qual nós não poderíamos deixar de participar: desenvolvemos 3 anúncios para os clientes Armazém Pará, Autobraz e Sindipostos/RN homenageando o 12º aniversário do jornal.



A tp deseja vida longa ao jornal - e de preferência recheada de boas notícias.

