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Escolha.

Enviado por Redação em 09 de fevereiro de 2010, às 20:15:02


O mundo da web 2.0 é feito cada vez mais por pessoas que escolhem onde, quando e como consomem suas mídias favoritas. A figura da pessoa passiva, que espera o comercial acabar para voltar a ver a novela, está entrando em extinção.

O sucesso de acessos às rádios virtuais, podcasts e sites de vídeos demonstram o quão exigente e ávido por velocidade anda o usuário moderno dos meios de comunicação. Qualquer site que não resolva sua demanda com até três cliques é automaticamente riscado da sua lista (de favoritos).

E não satisfeito em poder escolher o que lê, ouve ou assiste, agora o consumidor também quer escolher o que anunciam para ele.

Testes realizados por um grupo de marcas nada modestas como Publicis Groupe, Microsoft, Yahoo, CBS e Hulu descobriram que o "seletor de anúncios", formato que permite a quem assiste a um vídeo online escolher um entre três anúncios de diversas empresas, teve mais votos que os outros formatos, como o "pre-roll", que o usuário tem que ver antes de assistir a um clipe on-line.

E mais: constataram que usuários têm mais probabilidade de ver e recordar um anúncio que optam por assistir do que outro que são forçados a ver. "Ter que escolher um anúncio envolve mais o consumidor", diz Beth Uyenco, diretora mundial de pesquisas do grupo de soluções para publicidade e publicação da Microsoft.

Ou seja, sua marca agora não compete apenas com outras do mesmo segmento. A concorrência se expandiu para o seu segmento ter que ser mais sedutor que os outros.

O que a sua marca está fazendo para enfrentar isso?

As novas apostas para a publicidade

Enviado por Redação em 03 de fevereiro de 2010, às 15:56:54

2009 foi um ano marcado por novidades no mercado publicitário brasileiro; nunca a interatividade esteve tão presente na nossa realidade, através das mais diferentes ferramentas: Orkut, Youtube, Facebook, além do grande boom do ano, o Twitter. Houve quem pela primeira vez experimentou a Realidade Aumentada (R.A.), como fez a agência CUBOCC para a Elma Chips, em que cada pacote de Doritos trazia no verso um código de R.A. que, ao ser ativado no site da marca pela webcam, liberava um monstrinho em 3D - o Doritos Lover.
A convergência de mídias se afirma cada vez mais como "fórmula do sucesso".
A seguir, uma lista de apostas do que está por vir.

 

1 - Redes Sociais
Não há como negar, elas estão com tudo. Trabalhar Twitter, Orkut, Myspace ou Facebook como canal de comunicação no lançamento de promoções ou concursos, por exemplo, já faz parte da realidade da propaganda brasileira. Entre as vantagens das redes sociais estão a proximidade maior entre marca e consumidor, além de permitir direcionar informação para determinados nichos e a mensuração de resultados. É uma nova forma de propaganda boca-a-boca, só que muito mais ágil, entre milhares de pessoas. Além disso, as redes sociais são as maiores geradoras de conteúdo online, com 66 milhões de usuários, dos quais 86% as acessam pelo menos uma vez por semana e 34% diariamente.

 

2 - Realidade Aumentada/ Cross-Mídia
A interatividade e a curiosidade gerada pela experiência de sobrepor o virtual à realidade fazem da R.A outro meio forte de atrair a atenção do público para um produto ou marca. Já a utilização de vários canais de comunicação, o cross-mídia, é importante por oferecer uma integração entre o mundo online e offline, aumentando consideravelmente a abrangência de determinada ação ou campanha.

 

3 - Mobile Marketing
Cada vez mais a web está ligada ao mobile. Com o aumento do número de smartphones, da internet WI-FI e da tecnologia 3G, é uma questão de tempo até que o uso da internet pelo celular seja maior do que através do computador, fazendo do mobile marketing uma tendência importante e interessante a ser seguida.

 

Entender e criar valores

Enviado por Redação em 20 de janeiro de 2010, às 18:32:37

Numa época em que o relacionamento empresa x cliente é tratado com mais atenção - e cuidado - do que nunca, adotar uma estratégia de segmentação e seleção do mercado-alvo parece ser a saída mais sensata para quem quer ser bem sucedido no seu ramo de atuação.

 

Segmentar é fundamental para entender melhor as necessidades e anseios de cada perfil de cliente, a forma (linha de comunicação/ canal) de abordagem mais adequada, além de ajustar benefícios, vantagens e descontos de acordo com cada perfil. Selecionar onde (quais segmentos/ mercado-alvo) atuar, por sua vez, é essencial para que a empresa possa priorizar esforços de seu pessoal, verba de marketing e desenvolvimento de novos produtos, no esforço de conquistar definitivamente esse cliente - não como venda, como se estivesse oferecendo um produto de prateleira, e sim, através do encantamento.

Foi-se o tempo em que esforço de marketing era somente uma consequência do tipo de produto. Também não existe mais espaço para que a área de marketing seja vista simplesmente como uma área de apoio na estratégia de vendas da empresa, como se vender fosse o mais importante a qualquer preço, sem se preocupar com o que está sendo vendido ao cliente e, consequentemente, com o impacto que essa "má venda" terá na fidelização deste cliente. Adotando essa filosofia, a empresa perde oportunidades de trabalhar todo um ciclo de vida do cliente.

De nada adianta entender as necessidades de nosso cliente se não nos dedicamos a criar valor para este. Uma vez identificada suas necessidades e anseios, estamos ajustando o produto para atender? Estamos respeitando os canais de relacionamento que cada perfil/ target julga ser o mais adequado ou ignoramos essa importante informação, tratando todos de forma massificada?

A aplicação correta e eficaz da estratégia segmentação/ seleção/ geração de valor, implica em uma série de dificuldades:

1. Disponibilidade das informações necessárias
Entender e segmentar a base de clientes significa conhecer um pouco mais sobre esse público. Informações que vão de dados geográficos (região, CEP, etc.), demográficos (sexo, idade, estado civil, etc.), de atitude e relacionamento com o produto/ empresa (uso, percepção de marca, benefícios valorizados, etc.), influem diretamente no sucesso do trabalho desenvolvido. Na maioria dos casos essas informações encontram-se desorganizadas e em diferentes sistemas da empresa.

2. Conhecimento técnico
Todo e qualquer processo de segmentação, a seleção do público-alvo e geração de valor para o cliente exige formações específicas e ao mesmo tempo complementares. É preciso tratar e formatar diversas bases de dados para depois converter essas informações, identificando diferentes nichos de mercado que façam sentido para o negócio da empresa. Toda essa gama de informação precisa ficar acessível aos demais setores - assim fica possível otimizar a seleção de targets adequados para a organização "atingir" e delinear a forma de abordagem, fazer customizações de benefícios, formas e canais de atendimento, além de linhas de comunicação para esses segmentos, gerando valor e formatando uma estratégia de fidelização/ encantamento que potencializam a médio e longo prazo a rentabilidade desses clientes.

3. Alinhamento Político
Geralmente o trabalho de gerar valor para esses clientes passa pelo convencimento de diversas áreas da organização: a equipe de produtos precisa concordar com a adequação de benefícios/ vantagens que são valorizadas por esses clientes, o pessoal de canais muitas vezes precisa ajustar prioridades. seja no telemarketing ou no ambiente web para atender aos anseios do target, o pessoal do financeiro (e de vendas) muitas vezes tem que "abrir mão" de uma forma antiga de pensar, de vender a qualquer preço, focando no faturamento a curto prazo, etc., sem contar com uma certa birra que começa a surgir nas organizações dentro da própria área de marketing: equipes de publicidade x equipes de CRM. Aqui, vale um item específico - o próximo e último da nossa lista:

4. A manutenção de mensagens únicas na construção da marca (função básica da publicidade) x comunicações segmentadas e conteúdo relevante a cada target (CRM)

 

Esse é o desafio atual das áreas de marketing de qualquer organização, e implica em uma série de questões:

 

1. Equipes de CRM e Publicidade possuem formações distintas e, no geral, crenças diferentes.
2. O mundo atual (o mundo da convergência das mídias) frente ao que está acostumada a propaganda tradicional (99% TV e 100% exposição) é um pouco complexo. Já para aqueles que acreditam plenamente na eficácia do CRM, o uso de canais digitais e dirigidos, como internet e móbile, além da busca constante pelo engajamento cliente/ empresa na construção em conjunto da comunicação, parece ser o único caminho possível. Um mundo em que palavras como interatividade, conectividade, mobilidade e participação são imperativas.
3. O grande desafio é fazer com que essas áreas conversem e pensem juntas em "como passar uma mensagem única ao cliente", segmentando o discurso, mas sem perder o foco - nem os valores da mensagem institucional - e entendam o papel que cada uma tem para a organização moderna.

 

 

Photoshop? Não, obrigado.

Enviado por Redação em 11 de janeiro de 2010, às 17:59:44

Enquanto o mundo discute o uso do famoso programinha de manipulação de imagens, a AlmapBBDO inova e mostra que sim - pasmem - é possível fazer um anúncio impresso nos dias de hoje sem uso de Photoshop. Como? É o que mostra o making of a seguir, com o processo de execução de um anúncio para a campanha de verão da Havaianas.

E aí, alguém arrisca uma tentativa?

O melhor ano da indústria automobilística

Enviado por Redação em 07 de janeiro de 2010, às 13:03:28

2009 definitivamente foi um ano histórico.
Começou com o mundo em pânico com a crise econômica e, felizmente, terminou com muita comemoração - principalmente para a indústria automobilística nacional: a redução do IPI pelo governo, seguido pelo reaquecimento do mercado fizeram o setor bater recorde, com mais de 3 milhões de unidades vendidas.

 

Ao todo, o número de vendas de veículos em 2009 foi 11,35% maior do que em 2008. Considerando apenas as comercializações de automóveis e veículos comerciais leves, o aumento chega a 9,73% nas vendas. Considerando somente o último mês de dezembro, as vendas de automóveis foram 50,6% superiores em relação ao último mês de 2008, num total de 293.030 unidades.

 

A Fiat segue na liderança no segmento de automóveis e veículos comerciais leves com 24,49% de marketing share.

 

2009 também foi um ano muito especial para a Autobraz: além do sucesso de vendas, a concessionária foi agraciada com vários prêmios, locais e nacionais.

 

C de consumo

Enviado por Redação em 25 de novembro de 2009, às 12:25:34

Se você acha que quem movimenta o mercado e consome de verdade é quem tem dinheiro - as classes ditas "favorecidas" A e B, é melhor parar e rever seus conceitos. Apesar de ganhar menos de 10 salários mínimos, a chamada classe C - cerca de 90% da população - é hoje responsável por nada menos do que 79% do consumo em nosso país. E os números não param por aí: representam também 69% do mercado de cartões de crédito, 86% do total de internautas e movimentam 760 bilhões de reais por ano.

 

Renato Meirelles, responsável por uma pesquisa em parceria com o Instituto Datafolha sobre esse segmento, afirma "são milhares de consumidores com bolso de classe média e cabeça de baixa renda".

 

Fique de olho aberto e aprenda um pouco mais sobre essa fatia importante do mercado:

 

1. Consumo de inclusão: todos querem comprar, mas o importante é a qualidade - e não o status. O que vale é a abundância e não a exclusividade, como na classe A.
2. Acesso e qualidade: o dinheiro é valorizado e uma compra é um investimento. A margem de erro deve ser pequena - não dá para testar um produto, não gostar e ter que usá-lo até acabar.
3. Capilaridade, aval e segmentação: o ponto de venda deve ser próximo, pois as compras são feitas a pé. Se eles estiverem sem dinheiro, sempre podem apelar para o mercadinho que vende fiado.
4. Redes, dicas e boca a boca: são mais colaborativos e dividem a informação com a família e os vizinhos. Todos dão dicas de descontos, bons produtos e atendimento - e o melhor: uma vez conquistados, mantêm-se fiéis.
5. Tecnologia, família e investimento: o computador ocupa o lugar na sala que antes era só da TV. Representa uma forma maior de conhecimento, entretenimento e lazer.
6. Educação e cultura: caminho para a ascensão social. Estudar funciona como um plano de previdência familiar, pois melhora a qualidade de vida de todos.
7. Juventude geração C: esse é o nosso futuro. Seremos um Brasil com a cara dos jovens da atual classe C. Esse jovem tem voz ativa dentro da família. 68% estudou mais que os pais e não se deixam enganar por horóscopos, almas gêmeas, ET de Varginha, etc. Simplesmente não tem tempo para essas "bobagens".
8. Identidade e autoestima: valoriza a conquista e enaltece a origem. Aqui vale a pena prestar atenção nas raízes, regionalismo, comunidade e na igreja.
9. Vaidade e beleza: estar bem arrumada é uma forma de diminuir as barreiras étnicas e sociais. As mulheres gastam em média 50 reais por mês no salão e 89% afirmam que os cuidados pessoais a fazem se sentir melhor.
10. Novos papéis e nova família: a igualdade de direitos é mais visível aqui: 30% das famílias da classe C são chefiadas por mulheres.

A comemoração de hoje

Enviado por Redação em 16 de novembro de 2009, às 17:36:01


Para comemorar essa data mais que especial, o veículo promove logo mais um coquetel para o lançamento da sua edição de aniversário, da qual nós não poderíamos deixar de participar: desenvolvemos 3 anúncios para os clientes Armazém Pará, Autobraz e Sindipostos/RN homenageando o 12º aniversário do jornal.

 




A tp deseja vida longa ao jornal - e de preferência recheada de boas notícias.

 

Reconhecimento é bom e todo mundo gosta.

Enviado por Redação em 11 de novembro de 2009, às 11:43:12


Acontece amanhã o 1º Prêmio Mídia Bus.

 

Realizado pela Rota Mídia Exterior, a premiação é considerada inédita no mercado e premiará as melhores ideias exibidas nesse tipo de mídia.

 

Como não poderia ficar de fora, a tp inscreveu duas peças, desenvolvidas para diferentes campanhas do Armazém Pará.


Vamos cruzar os dedos e torcer!

 

Branding: o que fazer e não fazer com a marca da sua empresa

Enviado por Redação em 03 de novembro de 2009, às 20:17:55

O que é certo ou errado quando o assunto é marketing? Quais devem ser as principais preocupações do profissional envolvido com o desenvolvimento e a sobrevivência de uma marca?

 

Esses e outros tópicos são abordados no livro "As marcas no divã" de Jaime Troiano, considerado um dos maiores especialistas do assunto no Brasil.

 

Antes de tudo, o profissional de marketing deve saber bem a diferença entre aparência e essência de uma marca, o que se passa pela cabeça do público que consome essa marca, sua força, além do brand equity (valor patrimonial), a real importância do nome, o poder multiplicador de marcas fortes, entre outros.

 

Muitos pensam que o mais importante na criação de uma nova marca é a escolha do seu nome. Segundo Troiano isso é só o começo, pois "Nome não quer dizer muita coisa, mas sim o que se constrói ao redor da marca".

 

Um bom trabalho de Branding leva em conta o trabalho de Marketing que faz com que o consumidor busque projetos de felicidade com a marca. Foi comprovado através de pesquisas que uma marca pode ocupar o espaço de idealização na cabeça do consumidor e fazer com que ele seja visto e aceito como ele gostaria. A importância da realização de pesquisas também se estende à mensuração da força uma marca, bem como seu apelo junto ao público.

 

Outro fator a ser observado deve ser o poder das marcas fortes, considerado fator multiplicador. Como exemplo temos as várias extensões de uma mesma marca, lançadas no mercado diariamente.

 

Além de se preocupar com as marcas que estão nas gôndolas, a "marca-mãe" também precisa ser disseminada. Um exemplo recente pode ser visto ultimamente com a Unilever, em peças veiculadas em revistas e impressos variados sobre seu aniversário de 80 anos no Brasil. "A comunicação corporativa que veicula a marca das marcas remete à paternidade, poder de mercado, orgulho, reputação. Assim como as empresas mais prestigiadas publicadas todo ano na revista Época Negócios. Bons caminhos são a responsabilidade social e ambiental, qualidade de produtos e serviços, capacidade de inovação, admiração e confiança, história e evolução", destaca Troiano.

 

Para mais lições do que fazer e não fazer com a marca da sua empresa acesse:

 

http://www.mundodomarketing.com.br/11,11862,10-licoes-para-nao-cair-em-armadilhas-de-branding.htm

 

PDV deve refletir comportamento do consumidor

Enviado por Redação em 28 de outubro de 2009, às 15:31:29


A TNS InterScience apresentou durante o IV Seminário Marketing 360º a pesquisa DNA Shopper, que levantou dados sobre o comportamento do consumidor em supermercados. O instituto realizou observações através de filmagens e presença de pesquisadores dentro do ponto-de-venda, que entrevistaram consumidores antes e depois da compra.

 

"A compra muitas vezes tem motivações emocionais, por isso que não adianta apenas perguntar ao consumidor o porquê dele ter comprado determinado produto já que provavelmente nem ele saberá a resposta", orienta Julieta Dejean, Diretora Regional da Retail & Shopper Insights da TNS - América Latina.

 

Julieta salientou que, enquanto é importante reforçar questões de Marketing que competem unicamente às fabricantes, como a embalagem e comunicação no ponto-de-venda, é importante investir no Trade Marketin g para tratar de pontos onde o varejista é o principal encarregado.

 

Freqüência de ponto-de-venda aumentou em 8 anos A observação do longo percurso seguido pelo consumidor antes até a compra, por exemplo, é um dos pontos que poderiam ajudar no aumento de vendas. Segundo o levantamento da TNS, o consumidor atual gasta menos tempo em cada loja, apesar de visitá-las com mais freqüência - 4 vezes por semana, gastando 30 minutos cada vez em 2003, contra 1,5 vez e 45 minutos em 1995.

 

Como exemplo, Julieta apontou um case da cerveja preta Guiness. Incomodada com as vendas mais baixas em supermercados em contraponto a outros tipos de pontos-de-venda, descobriu através de uma pesquisa com a TNS que os seus produtos costumavam ficar retraídos ao fundo das galerias de bebidas. "Isso dava a idéia de uma bebida antiga e rejeitada, o que contradizia a publicidade focada em um público jovem e moderno", explica. Com a ajuda de materiais de pontos-de-venda expondo o produto, as vendas aumentaram em 23%.

 

Tempo da compra não é o mais importante para o consumidor A alteração da localização do produto dentro do ponto-de-venda também é relevante na diferença do registro de vendas. Para Julieta, pesquisas sobre o trajeto percorrido pelo consumidor dentro da loja e onde há mais concentração são fundamentais.

 

"É preciso colocar produtos básicos que muito provavelmente estarão no carrinho de compra do consumidor em locais de maior movimentação, já que isso facilita a compra e impede que pessoas que pretendem passar pouco tempo na loja [N.R. o que, segundo ela, são um público importante para os varejistas] acabem deixando de comprar alguns produtos", explica.

 

De qualquer forma, a pesquisa da TNS InterSciente aponta que, para o consumidor, o mais importante não é o tempo gasto na compra, mas a certeza de que está fazendo uma compra inteligente. "É preciso conciliar necessidade com conveniência", completa Julieta.

 

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