A Autobraz Caicó se faz presente nos principais eventos do Seridó
Enviado por Redação em 30 de julho de 2010, às 18:35:28
A Autobraz Caicó está sempre presente nos principais eventos que acontecem na região do Seridó. Hoje a Autobraz, com apenas 2 anos no mercado de Caicó, detém a incrível marca de 40% na venda de veículos novos na região.
Todo esse sucesso é fruto de uma empresa nova com pessoas jovens que estão seguindo as tendências do mercado atual. A Autobraz Caicó trabalha com as ferramentas do CRM de vendas e pós-vendas, com o Programa de Preservação do Meio Ambiente, um site atualizado e interativo e investimentos em mídia.
E o mais importante de tudo isso é o bom atendimento e a dedicação de todos os colaboradores que fazem da Autobraz Caicó uma empresa modelo.
IV Construir/RN começa hoje
Enviado por Redação em 14 de julho de 2010, às 18:46:51
De 14 a 18 de julho a OS Comunicação reúne grandes empresas e profissionais da construção civil no Centro de Convenções de Natal.A IV Construir RN apresenta para um público altamente qualificado o que existe de mais moderno em produtos, serviços e soluções para atender ao exigente mercado da construção civil e sua demanda, com o objetivo de aproximar empreendedores e profissionais do setor.
Entre os expositores estão dois de nossos clientes: MCM Engenharia e Consultoria e Hebron. Eis alguns dos materiais que desenvolvemos para eles. Para ver mais, é só dar uma passadinha no Centro de Convenções.

Os impactos da Copa de 2014 no Marketing brasileiro
Enviado por Redação em 08 de julho de 2010, às 14:58:21
O Mundial da África do Sul ainda nem acabou, mas a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil já representa uma oportunidade para as marcas e para o país, que terão maior visibilidade global. O consumo aquecido e a expectativa de que a economia brasileira produza R$ 142 bilhões adicionais nos próximos quatro anos provam que o campeonato de futebol sediado no país movimentará a estratégia de Marketing de muitas empresas. Quais são os impactos socieconômicos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil?Que desafios serão enfrentados pelo Marketing brasileiro até a realização do mundial? Como garantir os efeitos positivos do evento no país e minimizar os negativos? Quais são as oportunidades e iniciativas para potencializar os benefícios do campeonato para a sociedade, marcas e consumidores?
Essas são algumas das questões avaliadas no estudo Brasil Sustentável - Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, realizado pela Ernst & Young. José Carlos Pinto, Sócio da Consultoria Ernst & Young, fala em entrevista sobre as oportunidades encontradas pelos profissionais de Marketing e pelo mercado brasileiro até o mundial de 2014.
O que motivou esta edição do Estudo Brasil sustentável e como avaliar os resultados apresentados?
Esse estudo está inserido no programa Brasil Sustentável. A ideia é pensar no país em um horizonte de longo prazo. Desde o ano passado, tomamos a decisão de que um desses estudos deveria estar focado na Copa do Mundo, tendo em vista a percepção de que os impactos seriam bastante substanciais. Fizemos uma avaliação que vai muito além dos investimentos diretos, como construção e reforma de estádios e infraestrutura básica, como aeroportos, rodovias e urbanização de cidades.
Apuramos também quais são os impactos indiretos desses investimentos. Avaliamos a cadeia de produção para mensurar o efeito desses investimentos na cadeia produtiva como um todo e, consequentemente, no consumo. O resultado disso tudo deu um número importante para a economia como um todo: a injeção na economia de R$ 142 bilhões, evidentemente com escalas diferenciadas nos diversos setores.
Quais são esses impactos socioeconômicos?
Do ponto de vista de impactos econômicos, temos a oportunidade de receber tanto capital nacional da iniciativa privada, como de investimentos internacionais, que só ocorrerão em decorrência da organização da Copa do Mundo. São investimentos diretos que, de fato, gerarão legados, como estádios, aeroportos, rodovias e urbanização das cidades-sede. Iniciativas que serão aceleradas ou feitas em uma intensidade maior em função do mundial.
Do ponto de vista social, é a oportunidade de gerar um volume de empregos bastante representativo, o equivalente a 3,6 milhões de empregos por ano. Isso insere na economia formal e no mercado de trabalho um conjunto de profissionais que não tinham qualificação ou oportunidade de capacitação.
Como estes impactos podem influenciar a estratégia de Marketing das empresas patrocinadoras?
Segundo o estudo, o principal investimento é de mídia, previsto em torno de R$ 6,5 bilhões. Levamos em consideração análises de Copas anteriores, principalmente a da Alemanha e a da África, que ainda está produzindo efeito e não tivemos todos os dados disponíveis. Já observamos nesta Copa de 2010 que as empresas brasileiras são patrocinadoras da FIFA e não apenas da CBF. A cota de patrocínio está aumentando e o nível de publicidade é crescente em comparação às Copas anteriores.
As empresas brasileiras, de uma forma geral, aproveitarão para fazer um investimento relevante voltado para a Copa do Mundo, que é o evento que mais atrai a atenção global. As marcas que precisam aparecer do ponto de vista global utilizarão esse canal para investir diretamente na Copa ou indiretamente em outras possibilidades.
Como o Marketing poderá contribuir para a imagem da marca "Brasil" internacionalmente?
Existe algo que chamamos de "atmosfera da Copa" e isso deve ser capitalizado desde já, não só no país, como em cada município que receberá os jogos. Há um grande comitê organizador e diversos outros em cada uma das 12 cidades sedes, em nível municipal e até estadual.
Nossa recomendação é que os comitês locais iniciem desde já a definição de seus planos de Marketing. Serão necessárias ações que consigam comunicar, mostrar e fortalecer a imagem do local, como festas e manifestações regionais e culturais.Como vender a imagem da cidade e da região e como capitalizar em torno disso.Isso será responsável por promover o turismo, por exemplo.
E quais os desafios para as marcas?
Os investimentos devem estar muito mais concentrados no período de 2014, mas as empresas devem iniciar estudos sobre como investir, criar produtos e ações de Marketing desde já. Existem muitas restrições para vincular a marca à Copa do Mundo, mas muito pode ser feito. Esse é o grande desafio.
Quais são os segmentos que serão mais beneficiados com a Copa?
Sem dúvida a construção civil. Em alimentos e bebidas há empresas que querem expor sua marca mundialmente, como a Seara fez neste último mundial. Há também uma demanda por prestação de serviços especializados que só existem por causa da Copa. Consultorias, empresas especializadas e organizações internacionais estão se instalando no Brasil exclusivamente para a prestação de serviços com foco em grandes eventos esportivos.
Não podemos esquecer do turismo de uma forma geral. A hotelaria terá um impacto muito grande, hotéis receberão investimento e serão ampliados. Além disso, o Brasil receberá um International Broadcast Center (espaço para transmissão de rádio e televisão de um determinado evento), o que consome milhões em investimentos. Cada cidade sede também terá um centro de mídia e milhares de profissionais do exterior virão trabalhar no mundial.
Que oportunidades a Copa oferece para as marcas nacionais?
Vinculando a marca a esse tipo de evento, as empresas brasileiras terão um nível de exposição nacional alto, porque estamos falando de 12 cidades que são bastante representativas, da paixão brasileira pelo futebol e do aumento da demanda por consumo. Há um conjunto de potenciais benefícios. Alguns deles geram aumento imediato de receita, enquanto outros melhoram o posicionamento da marca, seja nacionalmente, como também internacionalmente.
O Brasil vive um momento relativamente recente de construção de organizações globais. Grandes companhias brasileiras querem se internacionalizar. Quando vincula a marca à imagem de um país que não é muito sólida, o esforço é maior para que ela se torne importante no cenário global. A Copa no Brasil é uma oportunidade de dar visibilidade global às marcas, como aconteceu com alguns produtos da Ambev e com a Seara na Copa da África do Sul. Se as empresas aproveitarem os benefícios desse investimento, o retorno será garantido.
Qual será o perfil dos consumidores nesta Copa?
O consumo já começa a existir e toda cadeia será afetada. No período da realização do evento, temos a expectativa de que cerca de 3,3 milhões de ingressos serão vendidos. O público que assistirá aos jogos já é um número bastante significativo. Mas tem o fator multiplicador. Muita gente não vem, necessariamente, para ver as partidas. Há os acompanhantes, os prestadores de serviços e toda movimentação local. Na Copa da Alemanha, por exemplo, foram três milhões de ingressos vendidos para os jogos e 18 milhões de pessoas participando de eventos como o FIFA Fan Fest. Isso tem um efeito de atração de pessoas e, consequentemente, de consumo significativo.
Como coibir ações de guerrilha?
O estudo não cobriu especificamente este assunto, mas é um tema de grande preocupação. A FIFA é extremamente atuante e preventiva em coibir esse tipo de ação, junto com a CBF. Desde o início, há uma preocupação em evitar que esses problemas ocorram e não simplesmente cobrar uma indenização depois. Existem regras preventivas que ainda estão em fase de ajuste e farão parte das garantias governamentais brasileiras, desde questões tributárias e alfandegárias, até em relação à propriedade da marca. Com a criatividade do brasileiro, certamente os problemas acontecerão, mas temos que ter um batalhão de choque para coibir rapidamente e fazer valer a força da lei. Para isso, temos instrumentos legais.
Quando a Copa 2014 deve começar para o Marketing no Brasil?
A minha recomendação é de que comece desde já, dosando investimentos e planejando de forma adequada. Com o conceito de "atmosfera da Copa" e a criatividade do profissional brasileiro, há oportunidades para que o Marketing brasileiro pegue carona e comece a planejar, identificando ações efetivas e fazendo investimentos adequados. Evidentemente, os maiores investimentos serão concentrados em 2014, mas existe um conjunto significativo de eventos que acontecerão até 2014, como a Copa das Confederações. O foco do mundo estará voltado para o Brasil no que se refere a futebol e à Copa do Mundo nos próximos quatro anos. Podemos esperar até 2014 para fazer barulho, ou começar desde já.
Via Mundo do Marketing
Seu potencial cliente é diferente. E suas estratégias?
Enviado por Redação em 12 de maio de 2010, às 11:23:49
O Marketing segmentado no Brasil é muito recente na história desta ciência, que tem registros de nascimento na década de 1950, nos Estados Unidos. Os produtos e a comunicação sempre foram, e continuam sendo, demasiadamente massificados. Temos duas razões para isso. A primeira é que a grande maioria da indústria e dos serviços ainda não percebeu o ganho que teria se olhasse cada consumidor como um indivíduo único, com necessidades e desejos diferentes. Em segundo está a falsa crença de que é muito mais barato atingir milhões de potenciais compradores pelas mídias de massa, principalmente pela TV.Somente agora, na virada para o século XXI, que empresas como Nestlé e Kraft e varejistas como Pão de Açúcar e Carrefour passaram a olhar as particularidades do Brasil com lupa. Note que estamos falando de empresas multinacionais. São as grandes que mandam quando o assunto é Marketing e comunicação massificados. Aqui, por mais básico que seja, gostaria de fazer um parênteses porque ainda há quem faça confusão. E isso não pode mais acontecer. É rápido: Marketing é o que se faz para vender, o que inclui os famosos Produto, Preço, Praça e Promoção. Não confunda Marketing com Comunicação, que é uma parte da Promoção. Marketing, como já falamos aqui, é holístico.
Voltando... As empresas brasileiras, infelizmente, não estão incluídas pelo simples fato de termos apenas uma grande companhia de bens de consumo nacional, a Hypermarcas. Serviços? Temos grandes com atuação pelos quatro cantos do país, como a Oi. O que temos em nossa nação é uma característica singular. As pessoas e seus hábitos de consumo mudam radicalmente de região para região, como se fosse um outro país. O sudeste é totalmente diferente do nordeste, o norte não tem nada a ver com o sul e, mais: São Paulo é totalmente diferente do Rio, e mais ainda, os bairros destas cidades são completamente diferentes um do outro. Basta olhar para as pessoas: o seu vizinho não é bem diferente de você?
Para cada um, um modelo diferente
É por isso que hoje temos o Dia%, mercado de vizinhança do Carrefour, e os Extra Fácil e Extra Super, do Pão de Açúcar, para atender os consumidores que compram com mais frequência e em menor quantidade, e os produtos da Kraft sendo vendidos em embalagens com menos conteúdo para baixar o preço e caber no bolso de consumidores do nordeste que não têm as mesmas rendas dos grandes centros quando falamos de cesta única de compra. A empresa que fabrica o Trakinas foi além e criou uma divisão no nordeste para atender o consumidor das classes C, D e E, que, juntos, são muito maiores que a AB.
Estamos falando de um contingente de nada menos do que 165,7 milhões de pessoas. Segundo o estudo "Tendências da Maioria", do Datafolha/ Data Popular, só na classe D, o movimento de renda é de R$ 381 bilhões, maior que os R$ 329 bi da classe B e muito maior que os R$ 216 bilhões da classe A. De agora em diante, eles comprarão suco pronto, massa instantânea, detergente líquido, molho de tomate, creme para cabelo e amaciante de roupa. E o que você vende para essas pessoas?
Essas que são as pessoas diferentes, que compram de forma igualmente diversa. Por isso, a Nestlé criou o Nestlé Até Você, elaborando seus canais de distribuição e sendo ela mesma distribuidora de seus produtos, mas não de maneira convencional, afinal, tudo que não podemos fazer neste momento é pensar no padrão. Por isso, a empresa suíça se reinventou e criou o Nestlé Até Você em 2006 e hoje tem penetração em 98% dos lares do Brasil.
Um caso de sucesso
O projeto é um programa para revendedores de produtos de nutrição, saúde e bem-estar da marca. A estratégia é fazer com que os revendedores ofereçam estes produtos para os vizinhos da comunidade que representam a base da pirâmide. É o famoso porta a porta, venda direta igual Avon e Natura. O programa abrange os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Paraíba, Pará, Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará, Bahia, Alagoas e Brasília e deve chegar a 150 mil revendedores. Para criar o projeto, a Nestlé desenvolveu um estudo em todo o Brasil. Para isso, os diretores da marca passaram alguns dias nas casas das consumidoras acompanhando o dia a dia delas durante cerca de um ano de pesquisa.
O Marketing e a comunicação do Nestlé Até Você são feitos exclusivamente pelas próprias revendedoras. Elas têm acesso a folhetos e também a um carrinho feito para circular pelas comunidades e armazenar os produtos. Quando o assunto é comunicação, este é o caminho. Bem diferente do que fazem Casas Bahia e Magazine Luiza, capazes de investirem dezenas de milhões de reais, para não dizer centenas, anunciando em lugares onde sequer têm lojas. Este é o maior exemplo, pelo lado inverso, de nosso segundo ponto de discussão, a comunicação.
Quando entramos no mundo da publicidade vemos caminhões de dinheiro sendo jogados em lixões. Veja que contradição, além de anunciar num mercado onde não se tem loja. Hoje, as classes A e B estão na internet e a televisão é um meio em que predominam as classes C, D e E. Mas, embora haja um equilíbrio de anunciantes, ainda vemos muitos anúncios cujo produto somente pode ser comprado pelos mais abastados. Um exemplo matador: carro. Todo intervalo comercial tem pelo menos um anúncio de carro. A maioria é de carrão ou um de média categoria moderninho. Populares são poucos. E quem vê TV? Justamente o consumidor que pode comprar apenas carro popular, quando pode.
A grande questão da segmentação é o trabalho que ela dá. Infelizmente, ainda há profissionais de Marketing, e principalmente publicitários, que não gostam de trabalhar muito. Poucos vão além do feijão com o arroz. Da famosa mídia da mãe. É por isso que muita empresa deixou de existir na virada do século. O mercado mudou, o consumidor mudou, mas nem todos que vendem mudaram. Será que não está na hora?

Via Mundo do Marketing
Publicidade prefere a internet às revistas impressas
Enviado por Redação em 26 de abril de 2010, às 11:41:15
Na semana passada, a Zenith Opitmedia divulgou dados revelando que a internet já ultrapassa as revistas impressas, reunindo mais de 12% de toda a verba de publicidade investida em 2009 - cerca de US$ 55 bilhões. As revistas caíram para o quarto lugar entre os meios de comunicação, atraindo pouco mais de 10% do orçamento total.Flávio Luizetto, Gerente de Operações da WEBTraffic, empresa especializada em marketing on-line e uma das líderes de mercado no segmento de SEM (Search Engine Marketing), vê o gasto do consumidor como fator decisivo neste contexto. "A internet não tem custo de aquisição. O conteúdo é aberto a todos, basta haver interesse", comenta.
Do lado do anunciante, Luizetto cita a liberdade quanto ao conteúdo: "A web dá autonomia para o anunciante. Ele pode alterar a informação ou a veiculação de acordo com o resultado que está tendo, real time. A revista, uma vez publicada, só oferece possibilidade de mudanças na próxima edição", afirma.
Flávio explica que as mídias sociais permitem uma segmentação de público bem mais profunda. "A internet, com as redes sociais, permite a 'segmentação da segmentação'. Trabalhamos com nichos de mercado muito mais focados. A segmentação não tem custo, tem base no planejamento - se ele é assertivo ou não. Na revista, quanto mais segmentada for sua ação, mais cara ela será", acrescenta.
Como exemplo, o Gerente de Operações cita as ações de vanguarda da WEBTraffic para a Suzano Papel e Celulose, que foi uma das primeiras empresas a realizar este tipo de relacionamento com o público. "Trabalhamos ações em Orkut e Facebook, além de blogs, possibilitando que a empresa se posicione como uma indústria altamente preocupada com o meio ambiente e com o usuário final", relata.
Seguindo esta tendência, o Twitter acaba de anunciar que, pela primeira vez, vai permitir a veiculação de propaganda no site. Serão mensagens não tradicionais, "que reflitam o estilo dos usuários" e façam parte das conversas no site.
via Consumidor Moderno
O futuro do marketing e da propaganda
Enviado por Redação em 19 de abril de 2010, às 16:13:06
O futuro do marketing e da propaganda está nos jovens profissionais e nos alunos nas universidades, que são os portadores das mensagens que caracterizam o bom marketing, tanto na teoria quanto na prática. É o que afirmou José Roberto Whitaker Penteado, presidente da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em entrevista à página Estado de Ideias. Diretor do primeiro curso regular de marketing do Brasil, tendo exercido funções executivas em empresas brasileiras e multinacionais, além de ser jornalista, colaborador em muitas publicações, professor, consultor e escritor, José Roberto está com vinda para Fortaleza agendada, para a nova edição do Comunicar, de 12 a 14 de maio no Centro de Convenções da cidade.Mas as empresas tem investido em marketing, afinal? De acordo com a pesquisa feita pela Associação Brasileira de Marketing e Negócios (ABMN), em conjunto com o IBOPE Inteligência, a resposta é positiva. Da teoria para a prática, o estudo "A Área de Marketing no Brasil", divulgado no ano passado, defendeu que a preocupação nesse tipo de investimento tem sido a maior dos últimos três anos. Segundo os dados apresentados, 94% dos participantes informaram que quase todas as ações e decisões da área de marketing tem grande impacto no faturamento e na direção estratégica da empresa.
José Roberto vem reafirmar essa tendência. O presidente afirma que vivemos em uma época de valorização da correta aplicação das técnicas e métodos de marketing na realidade cultural brasileira. "Há três ou quatro décadas perdíamos muito tempo tentando adaptar - e até copiar - os modelos e técnicas dos países desenvolvidos, sobretudo os Estados Unidos, com resultados nem sempre eficazes. De lá pra cá, formaram-se novas gerações com conhecimentos e competências que nós nem sonhávamos naqueles tempos", acrescenta.
No meio de tantas teorias e aplicações, José Roberto acredita que a receita é simples, seja para as grandes ou pequenas empresas. "Embora os conhecimentos que o profissional de marketing deve adquirir para ser competente sejam relativamente complexos, costumo dizer em sala de aula que suas técnicas são relativamente simples e passíveis de adaptar até a um pequeno negócio", defende. É aí que entra a importância da formação. "O ensino superior é, possivelmente, a área mais estratégica de todas para o Brasil ocupar o lugar que lhe pertence no futuro. Devemos, contudo, nos livrar de muito ranço do passado, muito academicismo inútil e burocrático. Nossa missão é, sobretudo, ensinar a fazer e a fazer bem feito", destaca.
IPI prorrogado mais uma vez
Enviado por Redação em 15 de abril de 2010, às 16:36:49

Nesta quinta-feira o governo anunciou, através de comunicado do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - prorrogada anteriormente para o primeiro semestre desse ano - será válida até 31 de dezembro.
De acordo com Mantega, o objetivo é evitar pressão inflacionária sobre os produtos beneficiados pela redução, uma vez que os consumidores estão concentrando as compras para aproveitar o benefício, o que vem gerando pressão sobre a oferta dos produtos - com alguma alta de preços.
"A construção civil é um negócio de médio prazo. As compras podem ser feitas ao longo de um tempo maior", argumentou o ministro, que não quis estimar qual será o tamanho da renúncia fiscal, mas acha que não será muito maior do que se a medida fosse mantida até junho, uma vez que as compras serão diluídas até o final do ano.
O IPI terminou, mas ainda há muito que comemorar.
Enviado por Redação em 01 de abril de 2010, às 11:23:20
Foi bom enquanto durou. Março terminou e com ele a redução do IPI. Mas nem tudo é tristeza pois, apesar do fim do desconto, você ainda pode comprar o seu carro com um preço especial, pois as concessionárias vão manter os descontos, mesmo que o IPI seja repassado aos preços de tabela.Os lojistas também tem o que comemorar: antes de o mês terminar, as vendas em todo o país já haviam alcançado o número recorde de 322,4 mil veículos novos. Ao todo, o saldo deve ficar pouco abaixo de 350 mil unidades, volume que dificilmente será repetido nos próximos meses.
O recorde anterior de vendas, incluindo caminhões e ônibus, era de setembro de 2009, com 308,7 mil unidades. Das vendas até o dia 30 de março, 95% são de automóveis e comerciais leves. No acumulado do trimestre, a soma chega a 756,6 mil unidades, 108 mil a mais do que no mesmo período de 2009.
A Autobraz também tem excelentes condições para quem quer comprar um carro novo, com os descontos e preços antigos. Corra e garanta já o seu, pois o estoque é limitado.
Como mensurar a imagem da sua empresa nas redes sociais?
Enviado por Redação em 30 de março de 2010, às 17:20:01
Blog, Orkut, Youtube, Facebook, Twitter, Linkedin são palavras que compõem o universo das mídias sociais e já fazem parte da vida de todos nós. Essas ferramentas oferecem a seus usuários a possibilidade de se conectar com amigos, firmar contatos profissionais e, por que não, aproximar totais desconhecidos para compartilhar informações, trocar experiências e descobrir afinidades.Trata-se de uma verdadeira febre online que tem despertado a atenção das empresas. Além de demarcar terreno nas redes sociais, as companhias buscam saber sobre o que falam dela nesses ambientes. No entanto, muitos empresários ainda têm dúvidas quando o assunto é a relevância dessas redes de relacionamento como meio de comunicação para os negócios e neste ponto as certezas cedem espaço para interrogações. Afinal, como medir a imagem de uma empresa nas redes sociais. É possível mensurar esse tipo de informação?
Nem sempre, porém, esses valores absolutos podem ser relacionados diretamente ao impacto desejado aos negócios. Não foi criada ainda uma fórmula mágica ou selo de garantia que comprove a eficácia de uma iniciativa ou outra nas mídias sociais. Para obter respostas e saber se a sua empresa está atingindo o retorno desejado na rede, antes de observar os números que validam e qualificam o retorno das páginas de relacionamento, é necessário fazer as perguntas certas. A primeira delas e a mais fundamental: qual é o seu objetivo? Vender mais? Conquistar novos clientes? Ganhar fama? Divulgar a sua marca?
Mensuração qualitativa deve prevalecer
O desafio está, portanto, em avaliar o retorno das páginas de relacionamento para fins comerciais. Como em qualquer plano de negócio que se preze, é necessário ter clareza das metas que se pretende atingir com as atividades na Internet. O passo seguinte é entender que uma coisa é gerar o chamado buzz (barulho), outra bem diferente é ele ser revertido em favor dos seus negócios. Trocando em miúdos, quantidade não é sinônimo de qualidade. E é aí que o bom senso deve prevalecer. A dificuldade em mensurar o impacto nas redes sociais é tentar entender e quantificar o intangível: o sentimento das pessoas que estão do outro lado da tela.
Medir corretamente o "sucesso" nas mídias sociais pode se transformar em uma grande arma para o crescimento da empresa, tanto no mundo virtual quanto no real. A missão não é simples, mas o uso de algumas ferramentas gratuitas de medição, aliadas ao entendimento dos seus objetivos e metas de negócios podem ajudar a cumprir a tarefa:
Credibilidade: no caso de blogs corporativos, vale registrar o endereço em motores de busca especiais de mídia social para ver o resultado em um ranking para termos específicos. O Technorati, por exemplo, serve como ferramenta para monitorar a pontuação da página. Basicamente, ela mede o número de diferentes blogs que fizeram link para a página em um período de seis meses, a quantidade de fãs e a classificação do seu blog. Tenha em mente que é necessário combinar estes números com alguma pesquisa qualitativa, respondendo a perguntas como: Quais blogs estão ligados ao meu? Eles são os blogs que seu público-alvo lê e respeita? Leitores se identificam com o blogger como "alguém que é como eu"?
Além do Technorati, ferramentas de busca verticais como Google Blog Search e Feedster, entre outras, acompanham a movimentação na web em tempo real a partir da indexação de conteúdos gerados pelos consumidores. Estes motores de busca muitas vezes permitem que você assine um feed dos seus resultados de pesquisa e colete os resultados diários, o que facilita a análise e avaliação do que está ou não funcionando na sua estratégia.
Dar para receber: no mundo das mídias sociais, vale a velha máxima. Não valorize tanto os números, mas sim o perfil do público com o qual está se relacionando nas redes sociais. Dados comportamentais são um verdadeiro tesouro para quem fornece produtos e/ou serviços.
Ferramentas como o Delicious monitoram o número de links que levam ao seu blog, tags e notas. Através desses medidores é possível ver quantas pessoas marcaram o conteúdo, quando o fizeram, e os comentários que foram publicados. Os botões Add This Social Bookmarking também fornecem estatísticas sobre quantas vezes o seu conteúdo é marcado por ferramenta, podendo inclusive configurá-los de acordo com seus focos.
A partir dos resultados nos buscadores, é possível descobrir uma boa amostragem do que está sendo comentado sobre a sua empresa fora do seu próprio ambiente online. Há menções sobre a sua marca em outras comunidades, blogs e demais redes sociais? O que está sendo comentado? Esta é a chave para saber "quem" acompanha suas ações na internet e "o quê" eles buscam.
Microblog como ferramenta competitiva: vedete do momento, mais e mais empresas estão monitorando as conversas dos microbloggers no Twitter para pegar os relatórios de reclamações e/ou comentários positivos. Cada vez mais a tendência é responder a tweets sobre a empresa, seja lá qual for o motivo. Para saber o que está sendo comentado no Twitter sobre a sua marca, produtos e outros temas corporativos de interesse vale conectar os termos de pesquisa no mecanismo de busca do Twitter e monitorar os resultados. Só assim você saberá o que está sendo mencionado sobre a empresa e se são comentários pertinentes ou não.
É tudo uma questão de sentimento: de nada vale a presença online da empresa, se o público-alvo não participa ativamente deste relacionamento. Um dos velhos padrões de medição do sucesso de um site eram os page views, mas isso é inadequado quando tratamos de mídias sociais. Nelas a palavra de ordem é avaliar como os usuários estão interagindo com as páginas da empresa. Veja quantas pessoas estão fazendo o seguinte: deixam rapidamente a página x, permanecem por um bom tempo navegando; registram seus comentários; tagging; indicam e fazem marcações para a página; blogam sobre a empresa e/ou retuitando seus assuntos; geram links para a empresa.
Afinal, de que adianta um grande número de cliques diários no blog, um monte de rostinhos nos grupos e comunidades da empresa e milhares de seguidores no Twitter se não há participação ativa desse público? Todas as pessoas gostam de se sentir percebidas e no ambiente online não é diferente. "Conversar" é razão de ser das redes sociais.
*Luiz Alberto Ferla, administrador e engenheiro pós-graduado em planejamento estratégico, é CEO Talk Interactive - de relacionamento digital.
via administradores.com.br
Recrutamento pelas redes sociais com custo zero
Enviado por Redação em 29 de março de 2010, às 18:31:25
Um estudo divulgado pela companhia americana Jobvite, especializada em recrutamento online, mostrou que muitas empresas já adotaram como rotina a busca por candidatos nas redes sociais.Até aí, nada de novo. Mas, de acordo com o levantamento, 95% das empresas consultadas na pesquisa afirmam utilizar o Linkedin na busca por talentos.
Aqui no Brasil, faz pouco tempo que o Linkedin começou a despertar a atenção dos departamentos de recursos humanos, que já utilizavam outras fontes como Facebook e Twitter, uma estratégia que certamente veio para ficar.
Isso acontece porque por meio das redes sociais quebramos a barreira das distâncias entre candidatos e empresa e ampliamos a possibilidade de atrair cada vez mais pessoas, de diferentes lugares e culturas, com custo praticamente zero.
Além disso, os recrutadores têm acesso imediato a uma série de informações acerca dos candidatos. São dados que facilitam a identificação do melhor perfil e fortalecem a comunicação entre empresa e profissionais no mercado.
Tudo isso acaba agilizando o processo de recrutamento e seleção. Faz com que a empresa tenha uma maior assertividade na contratação de um profissional.
No entanto, um equívoco bastante comum cometido por recrutadores e caçadores de talentos é querer acionar as redes sociais como quem lança ao mar uma rede de pesca.
Tal prática resulta em desperdício de recursos e, em especial, de tempo, pois se analisa uma avalanche de currículos de pessoas que nada têm do perfil que se busca.
Ou seja, acionar a rede social certa é como pescar com arpão: direto ao ponto, direto à pessoa mais próxima possível do perfil desejado.
É por isso que antes de iniciar uma busca por candidatos, o contratante tem de ter em mente onde ele está.
Por exemplo, o recrutamento de candidatos para uma agência de comunicação pede uma divulgação mais informal, já que muito provavelmente esse profissional estará no Facebook, Orkut e principalmente no Twitter.
Já no Linkedin, as empresas procuram currículos mais densos e estruturados, evidenciando uma cuidadosa gestão de carreira e resultados obtidos em cargos anteriores e alguma vivência internacional.
Facebook e Orkut são identificadas neste meio como redes mais pessoais. Nelas encontramos informações que vão além do âmbito profissional. E essas informações são igualmente úteis.
Às vezes, as pessoas se revelam diferentes da imagem que querem demonstrar através dos currículos. As comunidades às quais pertencem, o que escrevem, as fotos que expõem revelam mais delas do que algumas dinâmicas de grupo.
No entanto, as redes sociais não devem ser utilizadas como único recurso de recrutamento e seleção.
A melhor forma de utilizá-las é como um recurso complementar do processo, sendo mais uma fonte de informação e atração de candidatos.
De toda maneira, elas não podem de forma alguma ser ignoradas, pois fazem parte dessa geração de talentos que desejamos atrair.
Devemos ainda ficar atentos ao tipo de cargo que estamos selecionando, pois nem todos os perfis profissionais estão inseridos nas redes.
via Webinsider

