Nostalgia tp (24)
Enviado por Redação em 05 de fevereiro de 2010, às 18:36:49
Nossa volta do tempo semanal nos leva a 1997, com uma notícia que soava como música para nossos ouvidos.Nesse ano a tp criou um outdoor para a FM Cabo Branco, de João Pessoa/ PB - mas não era um simples outdoor: a placa tinha duas caixas de som escondidas, de onde era possível ouvir a programação da rádio 24 horas.
Além da inovação técnica, essa peça entrou para a história da agência por nos render Ouro no XXII Colunistas Norte-Nordeste e Lâmpada de Ouro no Bárbaro do mesmo ano.
As novas apostas para a publicidade
Enviado por Redação em 03 de fevereiro de 2010, às 15:56:54
2009 foi um ano marcado por novidades no mercado publicitário brasileiro; nunca a interatividade esteve tão presente na nossa realidade, através das mais diferentes ferramentas: Orkut, Youtube, Facebook, além do grande boom do ano, o Twitter. Houve quem pela primeira vez experimentou a Realidade Aumentada (R.A.), como fez a agência CUBOCC para a Elma Chips, em que cada pacote de Doritos trazia no verso um código de R.A. que, ao ser ativado no site da marca pela webcam, liberava um monstrinho em 3D - o Doritos Lover.A convergência de mídias se afirma cada vez mais como "fórmula do sucesso".
A seguir, uma lista de apostas do que está por vir.
1 - Redes Sociais
Não há como negar, elas estão com tudo. Trabalhar Twitter, Orkut, Myspace ou Facebook como canal de comunicação no lançamento de promoções ou concursos, por exemplo, já faz parte da realidade da propaganda brasileira. Entre as vantagens das redes sociais estão a proximidade maior entre marca e consumidor, além de permitir direcionar informação para determinados nichos e a mensuração de resultados. É uma nova forma de propaganda boca-a-boca, só que muito mais ágil, entre milhares de pessoas. Além disso, as redes sociais são as maiores geradoras de conteúdo online, com 66 milhões de usuários, dos quais 86% as acessam pelo menos uma vez por semana e 34% diariamente.
2 - Realidade Aumentada/ Cross-Mídia
A interatividade e a curiosidade gerada pela experiência de sobrepor o virtual à realidade fazem da R.A outro meio forte de atrair a atenção do público para um produto ou marca. Já a utilização de vários canais de comunicação, o cross-mídia, é importante por oferecer uma integração entre o mundo online e offline, aumentando consideravelmente a abrangência de determinada ação ou campanha.
3 - Mobile Marketing
Cada vez mais a web está ligada ao mobile. Com o aumento do número de smartphones, da internet WI-FI e da tecnologia 3G, é uma questão de tempo até que o uso da internet pelo celular seja maior do que através do computador, fazendo do mobile marketing uma tendência importante e interessante a ser seguida.
Dizem que publicitário gosta de aparecer.
Enviado por Redação em 01 de fevereiro de 2010, às 18:10:09

Parabéns a todos os colegas de profissão nesse 1º de fevereiro, dia do Publicitário.
Nostalgia tp (23)
Enviado por Redação em 29 de janeiro de 2010, às 18:41:05
O COPPEAD é o instituto de pós-graduação e pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, considerada referência acadêmica nacional e internacionalmente - recentemente o instituto foi incluso no ranking das 100 melhores escolas de negócio do mundo, em publicação do Financial Times. O ranking inclui somente programas de MBA de dois anos em tempo integral e baseia-se em três critérios: sucesso profissional dos ex-alunos, diversidade e qualidade da pesquisa.
A tp tem orgulho em ter alguém da casa com esse MBA. Vamos trocar uma idéia com Luiz, o nosso mago do planejamento.

1 - Qual a sua formação?
Eu me formei em Comunicação Social (Jornalismo) em 88, em seguida estudei mais um pouco e concluí também a habilitação em Publicidade. Aí passei um tempão sem estudar nada. Em 2002, voltei aos bancos de escola para fazer MBA em Negócios de Varejo. Nessa época eu dirigia o Marketing de um shopping center em São José dos Campos/ SP, o Shopping Colinas, e precisava me atualizar. Como peguei gosto pela coisa de novo, resolvi me inscrever no processo seletivo para o MBA Marketing do COPPEAD da UFRJ. Terminei o curso em dezembro de 2005.
2 - Nos conte um pouco sobre a sua trajetória profissional.
Eu achava que seria jornalista. Comecei trabalhando na produção de um programa de entrevista da TV E, no Rio. Depois me meti em política e fui fazer o jornal da bancada do PT na Assembléia Legislativa do Rio. Quando terminou o mandato do deputado ao qual eu era ligado, comecei a fazer uns freelas de assessoria de imprensa. Em seguida comecei a trabalhar com publicidade. Inicialmente como redator, depois com planejamento, até que um dia, lá em 1994, fui posto pelo dono da agência para dirigi-la. Só saí de lá em 2006, quando vim pra Natal.
3 - Há quanto tempo você está na tp?
Quando cheguei aqui em Natal, meu currículo já estava nas mãos de Tertuliano. Um amigo em comum tratou de nos apresentar. De lá pra cá, passei um período fora realizando um trabalho para a TIM e voltei em agosto de 2007.
4 - Você se considera realizado profissionalmente?
Eu creio que a realização profissional é o próprio exercício diário do trabalho. Eu adoro o que faço e enquanto puder fazer publicidade estarei realizado.
5 - Qual o segredo de um planejamento eficaz?
Se eu soubesse, faria um. Falando sério, creio que o planejamento tende a melhorar à medida que você se familiariza com o seu cliente e com o mercado dele. Hoje, o planejamento que faço para os clientes são, seguramente, mais eficazes do que os primeiros que fiz.
6 - Quais são os planos e tendências para o futuro?
Estou super entusiasmado com os rumos que a tp está tomando. Estamos conseguindo desenvolver as atuais parcerias e conquistando novos clientes. Se conseguirmos realizar em 2010, ano do 25º aniversário da agência, tudo o que planejamos para a tp vai ser cada vez melhor trabalhar aqui.
7 - Para encerrar, uma dica para quem quer trabalhar com planejamento. É preciso ficar 24h antenado no universo do cliente, seu mercado, seus clientes, seus fornecedores, seus concorrentes, e estudar muito o próprio cliente. Conversar com gente que costuma ter boas idéias completa o serviço.
Para completar a nossa nostalgia de hoje, uma foto de Luiz no colégio.
Conquiste pelos pés.
Enviado por Redação em 26 de janeiro de 2010, às 18:57:52
Uma opção diferenciada, tanto de mídia quanto de presente, os Chinelos Elegance oferecem produtos que combinam beleza, exclusividade e bom gosto.Uma maneira diferente de chamar a atenção e presentear, os chinelos podem ter os mais diversos layouts, com marcas, desenhos, caricaturas e até fotos impressas em sua superfície.

Mais informações no: www.chineloselegance.com.br ou 84 3608 - 0648
Nostalgia tp (22)
Enviado por Redação em 22 de janeiro de 2010, às 20:52:38
A sessão nostalgia de hoje é especial.Além de relembrarmos o passado, estamos comemorando o presente: a rede Supercop Supermercados está de volta à nossa carteira de clientes.
Vindo de um passado não muito distante, eis o primeiro encarte que fizemos para eles, em 2008.

Entender e criar valores
Enviado por Redação em 20 de janeiro de 2010, às 18:32:37
Numa época em que o relacionamento empresa x cliente é tratado com mais atenção - e cuidado - do que nunca, adotar uma estratégia de segmentação e seleção do mercado-alvo parece ser a saída mais sensata para quem quer ser bem sucedido no seu ramo de atuação.Segmentar é fundamental para entender melhor as necessidades e anseios de cada perfil de cliente, a forma (linha de comunicação/ canal) de abordagem mais adequada, além de ajustar benefícios, vantagens e descontos de acordo com cada perfil. Selecionar onde (quais segmentos/ mercado-alvo) atuar, por sua vez, é essencial para que a empresa possa priorizar esforços de seu pessoal, verba de marketing e desenvolvimento de novos produtos, no esforço de conquistar definitivamente esse cliente - não como venda, como se estivesse oferecendo um produto de prateleira, e sim, através do encantamento.
Foi-se o tempo em que esforço de marketing era somente uma consequência do tipo de produto. Também não existe mais espaço para que a área de marketing seja vista simplesmente como uma área de apoio na estratégia de vendas da empresa, como se vender fosse o mais importante a qualquer preço, sem se preocupar com o que está sendo vendido ao cliente e, consequentemente, com o impacto que essa "má venda" terá na fidelização deste cliente. Adotando essa filosofia, a empresa perde oportunidades de trabalhar todo um ciclo de vida do cliente.
De nada adianta entender as necessidades de nosso cliente se não nos dedicamos a criar valor para este. Uma vez identificada suas necessidades e anseios, estamos ajustando o produto para atender? Estamos respeitando os canais de relacionamento que cada perfil/ target julga ser o mais adequado ou ignoramos essa importante informação, tratando todos de forma massificada?
A aplicação correta e eficaz da estratégia segmentação/ seleção/ geração de valor, implica em uma série de dificuldades:
1. Disponibilidade das informações necessárias
Entender e segmentar a base de clientes significa conhecer um pouco mais sobre esse público. Informações que vão de dados geográficos (região, CEP, etc.), demográficos (sexo, idade, estado civil, etc.), de atitude e relacionamento com o produto/ empresa (uso, percepção de marca, benefícios valorizados, etc.), influem diretamente no sucesso do trabalho desenvolvido. Na maioria dos casos essas informações encontram-se desorganizadas e em diferentes sistemas da empresa.
2. Conhecimento técnico
Todo e qualquer processo de segmentação, a seleção do público-alvo e geração de valor para o cliente exige formações específicas e ao mesmo tempo complementares. É preciso tratar e formatar diversas bases de dados para depois converter essas informações, identificando diferentes nichos de mercado que façam sentido para o negócio da empresa. Toda essa gama de informação precisa ficar acessível aos demais setores - assim fica possível otimizar a seleção de targets adequados para a organização "atingir" e delinear a forma de abordagem, fazer customizações de benefícios, formas e canais de atendimento, além de linhas de comunicação para esses segmentos, gerando valor e formatando uma estratégia de fidelização/ encantamento que potencializam a médio e longo prazo a rentabilidade desses clientes.
3. Alinhamento Político
Geralmente o trabalho de gerar valor para esses clientes passa pelo convencimento de diversas áreas da organização: a equipe de produtos precisa concordar com a adequação de benefícios/ vantagens que são valorizadas por esses clientes, o pessoal de canais muitas vezes precisa ajustar prioridades. seja no telemarketing ou no ambiente web para atender aos anseios do target, o pessoal do financeiro (e de vendas) muitas vezes tem que "abrir mão" de uma forma antiga de pensar, de vender a qualquer preço, focando no faturamento a curto prazo, etc., sem contar com uma certa birra que começa a surgir nas organizações dentro da própria área de marketing: equipes de publicidade x equipes de CRM. Aqui, vale um item específico - o próximo e último da nossa lista:
4. A manutenção de mensagens únicas na construção da marca (função básica da publicidade) x comunicações segmentadas e conteúdo relevante a cada target (CRM)
Esse é o desafio atual das áreas de marketing de qualquer organização, e implica em uma série de questões:
1. Equipes de CRM e Publicidade possuem formações distintas e, no geral, crenças diferentes.
2. O mundo atual (o mundo da convergência das mídias) frente ao que está acostumada a propaganda tradicional (99% TV e 100% exposição) é um pouco complexo. Já para aqueles que acreditam plenamente na eficácia do CRM, o uso de canais digitais e dirigidos, como internet e móbile, além da busca constante pelo engajamento cliente/ empresa na construção em conjunto da comunicação, parece ser o único caminho possível. Um mundo em que palavras como interatividade, conectividade, mobilidade e participação são imperativas.
3. O grande desafio é fazer com que essas áreas conversem e pensem juntas em "como passar uma mensagem única ao cliente", segmentando o discurso, mas sem perder o foco - nem os valores da mensagem institucional - e entendam o papel que cada uma tem para a organização moderna.
Solidariedade sem fronteiras
Enviado por Redação em 19 de janeiro de 2010, às 11:39:48
Antes do terremoto ocorrido semana passada, o Haiti já acumulava um histórico de pobreza e devastação: em 2008 histórias davam conta de haitianos que comiam bolos de lama para sobreviver - um absurdo, que infelizmente existe e foi piorado com a devastação de um país inteiro, de uma única vez.Muito do que foi causado pelo terremoto é simplesmente irremediável - como as milhares de vidas destruídas. Felizmente, em meio ao caos, ainda há a possibilidade de dar um pouco de esperança a quem não tem mais nada.
É possível sim, recuperar o Haiti.
A tp se solidariza com as vítimas da catástrofe e divulga aqui algumas maneiras para você que também quer ajudar e não sabe como.
Embaixada do Haiti no Brasil
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
Conta Corrente: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276
Conta Corrente: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51
Nostalgia tp (21)
Enviado por Redação em 15 de janeiro de 2010, às 19:10:12
Nesse domingo, dia 17, será o aniversário da nossa querida Rayssa Pinheiro.E para comemorar, nada como uma volta no tempo - dessa vez a 1986, com direito à Bebê Moranguinho.

À nossa aniversariante muita, mas muita felicidade. Que todos os seus desejos se realizem e que você continue espalhando alegria e alto-astral, não só por terras TPnianas. Parabéns Ray!
10 tendências "verdes" para 2010
Enviado por Redação em 13 de janeiro de 2010, às 18:21:35
Em meio a tantos textos sobre como será o ano de 2010, tendências e previsões, achei um que me chamou bastante a atenção.A Diana Verde Nieto, CEO da Clownfish, uma consultoria britânica de comunicação e sustentabilidade, apontou em um texto na Advertising Age que não acredita que a sustentabilidade seja mais um modismo, mas sim algo que veio para ficar. O problema, segundo ela, é que aqueles que não são especialistas no assunto têm dificuldade em saber se os produtos e as marcas estão fazendo a coisa certa ou se é apenas uma jogada para se promover.
Para ajudar esses consumidores e também marcas que desejam abraçar a causa mas não sabem como, apontou as 10 tendências ‘verdes' para o ano que acaba de começar. Acredito que também sejam válidas para o mercado brasileiro, só que em uma proporção menor. Vamos lá:
1. Do verde premium para o verde acessível
Muitos consumidores não compram produtos ‘verdes' em função do preço premium. Uma campanha da Mintel na Europa detectou que 54% dos consumidores comprariam mais produtos do tipo se o preço não fosse tão alto em comparação aos produtos convencionais. A tendência, segundo ela, é que, em 2010, esses produtos poderão se tornar até mais baratos do que as alternativas.
2. Mensuração dos gastos de energia em tempo real
Segundo a Diana Verde Nieto, será a vez dos consumidores exercerem um controle maior sobre os gastos com eletricidade, gás, e outros tipos de energia, segundo a segundo. Os medidores inteligentes, diz, serão indispensáveis em qualquer domicílio. No Brasil, já há previsão para a chegada de medidores e controladores do uso de energia elétrica, além de um aparelho que vai por fim ao consumo indesejado dos aparelhos eletrônicos que ficam em stand by.
3. De compras rápidas a compradores bem informados
Segundo a The Drum, 81% dos consumidores britânicos dão mais valor ao que as empresas fazem do que ao que dizem. A tendência, segundo a autora, é que, este ano, os consumidores passem a investigar mais sobre o que empresas e marcas estão realmente fazendo. Graças à internet e ao poder dos mecanismos de busca, nunca foi tão fácil ver o que as marcas estão fazendo em relação ao meio ambiente e responsabilidade social, além do acesso direto ao que os outros consumidores estão dizendo.
4. O surgimento das celebridades ‘verdes'
O ‘verde' é, segundo a CEO da Clownfish, um novo símbolo de status. Produtos, e até estilos de vida, sustentáveis, não são mais coisa de ativistas. Os produtos eco-fashion, por exemplo, nunca estiveram tão em voga entre os mais abastados e isso está chegando ao mundo das celebridades. Ela cita como exemplo a atriz Lindsay Lohan, que veste roupas de segunda mão por motivos ambientais e o ator Leonardo DiCaprio, que escreveu, co-produziu e narrou um eco-documentário chamado 11th Hour.
5. Do greenwash para a verificação do ‘verde'
Muitas empresas vêm tentando capitalizar essa tendência verde, mas a maioria acaba no chamado ‘greenwash' - uso enganoso do marketing verde. Como resultado, 50% dos consumidores britânicos não confiam nas iniciativas sustentáveis das empresas, de acordo com um estudo do LOHAS (Lifestyles of Health and Sustainability). Começam, então, a surgir iniciativas para verificar tais esforços, como a parceria entre a Coca Cola e a World Wildlife Federation. A tendência, segundo a autora, é que 2010 será o ano em que muitas empresas fecharão parcerias com organizações de alta credibilidade para realizar tais verificações e ajudar os consumidores a acreditar nas suas iniciativas.
6. Do modismo verde a uma mentalidade global
No século passado, conta a autora, os assuntos ambientais eram bem específicos, como a preservação de animais como o urso polar. Agora, o tema passou a ser uma causa encabeçada por ONGs globais como a WWF e o Greenpeace. Com isso, as campanhas e assuntos ambientais são menos específicos e mais ligados à realidade global, e a consciência ambiental está cada vez mais se tornando uma mentalidade de todos.
7. De gadgets alternativos a tecnologias inteligentes
Em 2009, diz a autora, os gadgets ‘verdes' desenvolveram um mercado próprio. A tendência, segundo ela, é que aparelhos até agora considerados alternativos, como secadores de cabelo ecológicos que produzem uma quantidade mínima de ar quente ou decompositores para restos de comida começarão a chegar às massas. Ela conta que até as grandes empresas já estão entrando nessa, com iniciativas como o MacBook feito de alumínio reciclado e 34% a menos de embalagem do que os anteriores e o celular da Motorola feito de garrafas plásticas recicladas.
8. Rótulos confiáveis
Ainda faltam critérios bem definidos e transparência para rotular produtos orgânicos e ‘verdes', segundo a Diana Verde Nieto. A tendência é que, em 2010, surjam selos e credenciais para fazer a certificação.
9. Embalagens reduzidas
Pacotes menores ganharão espaço ao longo do ano, para evitar desperdícios, conta. Terão destaque as marcas que ajudarem os consumidores a pensar menor, consumir conscientemente e reciclar.
10. De sacolas plásticas às sacolas alternativas
A autora destaca que já estamos cansados de ouvir sobre os males que as sacolas plásticas trazem ao meio ambiente, como os mil anos que elas levam para se decompor. 2010, segundo ela, será o ano das sacolas alternativas, como as de algodão e as recicláveis. Elas crescerão muito em popularidade, diz. Aqui no Brasil, é algo ainda incipiente. Mas continuo acreditando que tudo isso se ampliará bastante em 2010.
Via CHMKT
